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Informações pontuais sobre as exportações de produtos da cadeia produtiva farmacêutica brasileira (fonte: SECEX).

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  • Cefalosporinas:o Brasil produz alguns antibióticos denominados cefalosporinas e as exportações destes em 2019, até junho, foram muito significativas, atingindo US$ 3.653.247,00. O destino principal destas remessas foi o Tio Sam.

 

  • espironolactona:  US$ 818.726,00deste farmoquimico foram exportados pelo Brasil em 2019, até junho. Esta produção brasileira tem como destino prioritário a Argentina.. Esta exportação mostra a excelência das produções nacionais de insumos farmacêuticos ativos (IFAs).

 

  • Heterosídeos: além dapilocarpina, rutina e quercetina o Brasil produz outros alcaloides, produtos extraídos de plantas. Sob o NCM 2938.90.90 (outros heterosídeos) foram exportados em 2019,até junho, US$ 5.321.491,00 destes importantes farmoquimicos.

 

 

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  • Vacinas humanas: as nossas exportações de vacinas para uso humano não são muito representativas, já que a nossa produção local ainda é pequena. Contudo, US$ 4.296.789,00 destas vacinas foram exportadas nos primeiros seis (06) meses de 2019.

 

  • Contraceptivos:  aspreparações químicas contraceptivas produzidas no Brasil têm um bom mercado nos países da América Latina. Em 2019, até junho foram enviados ao exterior, US$ 14.363.005,00 deste tipo de produto, uma boa contribuição às nossas exportações.

 

  • quercetina: estealcaloide é extraído de plantas que se encontram no nordeste brasileiro em abundância. US$ 2.270.969,00 deste farmoquimico foram exportados no primeiro semestre de 2019, particularmente para a União Europeia.

 

 

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  • Medicamentos (1): os medicamentos contendo cefalosporinas apresentaram uma excelente contribuição às exportações brasileiras de manufaturados no primeiro semestre de 2019. Com efeito, foram enviados ao exterior neste período US$ 27,6 milhões deste tipo de medicamento.

 

  • Medicamentos(2): os medicamentos à base de insulina são os mais exportados pelo Brasil para vários países. Em 2019, até junho, foram exportados US$ 89,8 milhõesdestes medicamentos. A insulina é o hormônio mais usado em todo o mundo.

 

  • Medicamentos (3): as exportações de medicamentoscontendo antibióticos são destaque nas exportações da cadeia produtiva farmacêutica brasileira. Destes medicamentos o Brasil enviou a vários destinos em 2019, até junho, a importante soma de US$ 53.149.507,00.

 

 

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  • Aminoácidos:os aminoácidos representam a expressão mais simples das proteínas, estruturas essenciais ao desenvolvimento, funcionamento e manutenção do corpo humano. O Brasil é um dos produtores mundiais dos mesmos. Sob o código NCM 2922.49.90 (outros aminoácidos) foram exportados nos primeiros seis (06) meses de 2019, US$ 18,9 milhões.

 

 

  • pilocarpina:US$ 3.337.809,00 foi o valor exportado pelo Brasil deste alcaloide na primeira metade de 2019. Este alcaloide que é extraído de plantas cultivadas no nordeste brasileiro (Maranhão, Piauí) é usado no tratamento do glaucoma.

 

  • Vacinas veterinárias: embora não seja um destacado produtor mundial de vacinas para uso veterinário, contudo, foram exportados em2019, até junho, US$ 11.781.521,00destas vacinas, com destaque para a exportação de vacina contra a febre aftosa (US$ 2.537.126,00). Esta exportação, basicamente, é dirigida para  países da América Latina.

 

 

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  • Ácidos biliares:os ácidos biliares são amplamente usados pela indústria farmacêutica mundial. O Brasil é um destacado produtor dos mesmos em função do seu extenso rebanho. US$ 29,6 milhões foram arrecadados em 2019, até junho, com a exportação destes produtos.

 

  • Celulose microcristalina:  este excipiente é um destaque das exportações brasileiras de adjuvantes farmacotécnicos. Este produto é usado, especialmente, na produção de comprimidos. O País enviou ao exterior em2019, até junho, a expressiva soma de US$ 10,0 milhões deste excipiente.

 

  • virginiamicinaUS$ 14,0 milhõesdeste antibiótico foram exportados em 2019, até junho, especialmente para o  Canadá. A virginiamicina é utilizada como antibacteriano eestimulante do crescimento em veterinária, particularmente, na área avícola com excelentes resultados.

 

 

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  • histidina:histidina é um aminoácido essencial importante para o desenvolvimento humano. Produzido no País, este aminoácido teve em 2019, até junho, uma excelente exportação que alcançou US$ 5.042.088,00.

 

  • heparina:com grande potencial de aumento das exportações, este poderoso anticoagulante tem contribuído de forma consistente para o aumento das exportações brasileiras de produtos manufaturados. Em 2019, até junho, foram enviados ao exterior US$ 20,7 milhões deste farmoquimico.

 

  • lisina:US$ 11,2 milhões foi o montante exportado pelo Brasil nos primeiros seis (06) meses de 2019 deste aminoácido, seus sais e seus ésteres (NCM 2922.41.90). Este insumo farmacêutico ativo (IFA) é produzido no Estado de São Paulo e exportado para várias partes do mundo.

 

 

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  • Junho (1):ao chegarmos à metade de 2019, as exportações da cadeia produtiva farmacêutica brasileira se mantêm no mesmo nível das exportações de 2018 para o mesmo período. Foram exportados em 2019, até junho, US$ 828,9 milhões contra US$ 784,8 em 2018.

 

  • Junho (2):  do total acima,US$ 450,2 milhões correspondem às exportações de medicamentos nos primeiros seis (06) meses de 2019. Esta exportação foi dirigida a vários países, especialmente para a União Europeia.

 

  • Junho (3): os insumos farmacêuticos contribuíram comUS$ 378,7 milhões para estas exportações do primeiro semestre de 2019, sendo  US$ 302,1 de farmoquimicos e US$ 76,6 milhões de excipientes, o que confirma a boa aceitação dos insumos farmacêuticos produzidos no Brasil.

 

 

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Fonte: SECEX

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  • Maio(1): decorridos cinco (05) meses de 2019, as exportações brasileiras da cadeia produtiva farmacêutica acumularam a importante cifra de US$ FOB 687,9 milhões, já um pouco além das exportações de 2018, para o  mesmo período, (US$ FOB 631,5 milhões).

 

  • Maio(2):  a exportação de medicamentos produzidos no Brasil continua contribuindo, favoravelmente, para as exportações de produtos manufaturados. Em 2019, até  maio, estas exportações de medicamentos geraram US$ FOB 367,7 milhões em divisas.

 

  • Maio(3): os insumos farmacêuticos (ativos e não ativos), aqui produzidos, contribuíram nestes cinco (05) primeiros meses de 2019 com US$ FOB 320,2 milhões para as exportações brasileiras, sendo US$ FOB 253,6 milhões em farmoquimicos e US$ FOB 66,6 milhões em adjuvantes farmacotécnicos, valores próximos aos alcançados em 2018,no mesmo período.

 

 

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Fonte: SECEX

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  • heparina: este potente anticoagulante produzido no Brasil é extraído da mucosa intestinal de bovinos e suínos, apresentando excelente aceitação internacional. Em 2019, até maio, foram exportados 33.108 kg, por US$ FOB 16,6 milhões, ao preço médio de US$ 501,98/ kg.

 

  • Medicamentos:Os medicamentos mais exportados pelo Brasil em 2019, até maio, foram os elaborados à base de insulina. Deles foram exportados US$ FOB 263,0 milhões, destinados a várias partes do mundo.

 

  • Anticonceptivos:classificados na NCM 3006.60.00, os produtos químicos anticonceptivos têm um excelente mercado nos países da América do Sul, especialmente os limítrofes. Nestes primeiros cinco (05) meses de 2019 foram enviados ao exterior US$ FOB 11,5 milhões destas preparações químicas.

 

 

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  • Ácidos biliares: fonte básica para a produção do ursodiol (ácido ursodeoxicolico) os ácidos biliares exportados pelo Brasil se dirigem, basicamente, para a Itália. Em 2019, até maio, foram exportados US$ FOB 23,9 milhões destes ácidos, excelente aporte às exportações brasileiras de produtos manufaturados.
  • virginiamicina:  este antibiótico de uso veterinário é empregado comobactericida e promotor do crescimento em aves. Como destino prioritário o Canadá, em 2019, até  maio, o Brasil exportou US$ FOB 12,9 milhões, deste farmoquimico, o que atesta a excelente qualidade da  nossas produções de insumos farmacêuticos ativos.

 

  • Cefalosporinas: o Brasil produz no Estadode São Paulo, alguns tipos de cefalosporinas que têm, no mercado dos EUA, o seu principal destino. No que vai do ano (até maio),foram exportados US$ FOB 3,6 milhões destes antibióticos, muito importantes na terapia humana.

 

 

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  • Vacinas veterinárias: particularmente para países da América Latina, o Brasil mantêm uma exportação regular de vacinas para uso veterinário, especialmente a usada contra a febre aftosa. Em 2019, até maio, foram enviados ao exterior US$ FOB 9,9 milhões deste tipo de vacinas.

 

 

  • pilocarpina:este alcaloide é extraído de plantas cultivadas no nordeste brasileiro (Maranhão e Piauí). Ela é usada amplamente no tratamento do glaucoma. Seu principal destino é a União Europeia. Em 2019, até  maio, foram enviados ao exterior US$ FOB 1.509.388,00 deste farmoquimico de uso oftalmológico.

 

  • China: embora este país oriental seja o maior exportador deheparina do mundo, contudo o Brasil exportou para aquele país em 2019, até maio, a expressiva soma de US$ 2.823.420,00 deste potente anticoagulante. 

 

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  • China (1):os medicamentos contendo cefalosporinas produzidas no Brasil têm, favoravelmente, um bom mercado na China. Em 2019, até maio, foram enviados àquele destino US$ 4.777.810,00 deste tipo de medicamento.

 

  • China (2):  na verdade o mercado chinês recebeu nestesprimeiros cinco (05) meses de 2019, a cifra de US$ 6.016.180,00 em medicamentos produzidos no Brasil, o que atesta a amplitude das nossas exportações de produtos para a saúde.

 

  • MalásiaUS$ 2.357.338,00foi o montante enviado a este país asiático em heparina produzida no Brasil nestes primeiros cinco (05) meses de 2019. A Malásia é um importador regular deste potente anticoagulante.

 

 

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  • Malásia: a produção brasileira de medicamentos à base de insulina alcança vários mercados ao redor do mundo. No caso da Malásia este país recebeu em 2019, até maio, a importante cifra de US$ 1.789.596,00 em medicamentos deste tipo.

 

  • Mercosul (1):  naturalmente que este mercado comum é um dos principais destinos dos medicamentos produzidos no Brasil.Até maio de 2019, foram exportados aos componentes deste bloco US$ 47,4 milhões em medicamentos das mais variadas naturezas.

 

  • Mercosul (2)US$ 1.092.000,00foi o montante importado pelo Mercosul em heparina, nos primeiros cinco (05) meses de 2019. Esta importação atesta a excelente qualidade da heparina produzida no Brasil, que tem ampla aceitação no mercado internacional.

 

 

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  • México: este país, membro do Nafta, apresenta um mercado favorável aos medicamentos produzidos no Brasil. Em 2019, até maio, foram enviados ao país asteca US$ 33,2 milhões em medicamentos para várias finalidades.

 

  • Argentina:  tradicionalmente a Argentina é um regular importador de medicamentos produzidos  no País, mesmo porque ela faz parte do Mercosul. Nosprimeiros cinco (05) meses de 2019, este país austral recebeu do Brasil US$ 34,9 milhões em medicamentos.

 

  • Colômbia: nos Andes existem alguns mercados favoráveis aos medicamentos produzidos no Brasil.Um deles é o mercado colombiano, em pleno desenvolvimento. Em 2019, até maio, foram exportados para a Colômbia, US$ 23,8 milhões em medicamentos de vários tipos.

 

 

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  • União Europeia (1):a produção da heparina (em suas três fases) no Brasil tem, entre os seus destinos, a União Europeia. Para este bloco econômico europeu o Brasil enviou em 2019, até maio, a expressiva soma de US$ 8.943.362,00 em heparina (especialmente o complexo heparínico).
  • União Europeia (2):  este robusto mercado foi o destino deUS$ 54,1 milhões em medicamentos à base de insulina fabricados no Brasil, até maio de 2019, excelente contribuição para as exportações brasileiras de produtos manufaturados.

 

  • Nafta: osmedicamentos à base de cefalosporinas têm um bom mercado nos países que compõem este bloco econômico do norte. Em 2019, até maio, o Brasil exportou para aquela região US$ 12.031.003,00 em medicamentos à base destes antibióticos.

 

 

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abiquiflashes 107

  • Alemanhaeste país da União Europeia é um destacado importador de farmoquimicos produzidos no Brasil. Em 2018 foram enviados àquele país US$ 33,9 milhões destes produtos, sendo que os ésteres e sais de lisina representaram 17,77% deste total.
  • Itália:US$ 38,6 milhões foi o total exportado pelo Brasil em farmoquimicos para o país romano em 2018. Deste total foram contabilizados 76,84% em ácidos biliares (ação colerética e colagoga).
  • Índiacuriosamente este país asiático encontra-se no radar das nossas exportações de farmoquimicos. Em2018, foram destinados US$ 36,6 milhões em farmoquimicos para aquele destino, dos quais 83,50% foramácidos biliares, uma excelente fonte de exportação para o País.